A análise
Falar sem precisar chegar a uma conclusão.
A psicanálise não começa por um diagnóstico nem por um plano de ação. Começa por você falando — inclusive do que parece bobo, desconexo ou fora de hora. É justamente aí que costuma aparecer aquilo que organiza, sem você saber, boa parte das suas escolhas.
O que acontece numa sessão
Você fala. Eu escuto e, em alguns momentos, intervenho — com uma pergunta, um recorte, uma palavra que você mesmo usou e passou batido. Não há roteiro, exercício de casa nem avaliação de progresso.
Com o tempo, algo se desenha: certos temas voltam, certas palavras se repetem, certos silêncios ficam sempre no mesmo lugar. Esse desenho é o trabalho. Ele não é imposto de fora — é reconhecido por você, quando fica possível reconhecê-lo.
O que a análise não é
Não é conselho. Não é uma lista de estratégias para performar melhor. Não é um lugar onde alguém decide por você o que é saudável.
Também não é promessa de cura ou de resultado em prazo determinado — isso não existe, e quem promete está vendendo outra coisa. O que existe é um processo sério, sustentado por sigilo e por regularidade, que costuma mudar a relação de uma pessoa com o próprio sofrimento.
Prático
Como as sessões acontecem.
Onde
Por videochamada no Google Meet, com o link enviado antes de cada sessão. Você só precisa de um lugar reservado.
Duração
Sessões de aproximadamente 50 minutos, em horário fixo combinado entre nós.
Frequência
Em geral semanal. Pode ser ajustada conforme o momento e o que o trabalho pedir.
Valores
Conversados no primeiro contato, antes de qualquer compromisso, com transparência.
Dúvidas frequentes
Perguntas que chegam com frequência.
Se a sua não estiver aqui, pode perguntar diretamente. Nenhuma pergunta é boba demais.
Tirar uma dúvidaPronto para começar?
A conversa inicial existe para isso: entender se faz sentido, sem compromisso nenhum.