Pular para o conteúdo
Gislaine Cristina MachadoPsicanalista

A análise

Falar sem precisar chegar a uma conclusão.

A psicanálise não começa por um diagnóstico nem por um plano de ação. Começa por você falando — inclusive do que parece bobo, desconexo ou fora de hora. É justamente aí que costuma aparecer aquilo que organiza, sem você saber, boa parte das suas escolhas.

O que acontece numa sessão

Você fala. Eu escuto e, em alguns momentos, intervenho — com uma pergunta, um recorte, uma palavra que você mesmo usou e passou batido. Não há roteiro, exercício de casa nem avaliação de progresso.

Com o tempo, algo se desenha: certos temas voltam, certas palavras se repetem, certos silêncios ficam sempre no mesmo lugar. Esse desenho é o trabalho. Ele não é imposto de fora — é reconhecido por você, quando fica possível reconhecê-lo.

O que a análise não é

Não é conselho. Não é uma lista de estratégias para performar melhor. Não é um lugar onde alguém decide por você o que é saudável.

Também não é promessa de cura ou de resultado em prazo determinado — isso não existe, e quem promete está vendendo outra coisa. O que existe é um processo sério, sustentado por sigilo e por regularidade, que costuma mudar a relação de uma pessoa com o próprio sofrimento.

Prático

Como as sessões acontecem.

  • Onde

    Por videochamada no Google Meet, com o link enviado antes de cada sessão. Você só precisa de um lugar reservado.

  • Duração

    Sessões de aproximadamente 50 minutos, em horário fixo combinado entre nós.

  • Frequência

    Em geral semanal. Pode ser ajustada conforme o momento e o que o trabalho pedir.

  • Valores

    Conversados no primeiro contato, antes de qualquer compromisso, com transparência.

Dúvidas frequentes

Perguntas que chegam com frequência.

Se a sua não estiver aqui, pode perguntar diretamente. Nenhuma pergunta é boba demais.

Tirar uma dúvida

Pronto para começar?

A conversa inicial existe para isso: entender se faz sentido, sem compromisso nenhum.